#PocandoNoES: Drinks e Comidinhas no Orquídea Café

Depois de muitos passeios em Anchieta com a turma do #PocandoNoES, seguimos para Guarapari, onde passaríamos a noite de sábado. Antes de cada grupo seguir para a pousada que os hospedaria, fomos recepcionados para drinks, comidinhas e muita música boa no Orquídia Café: um espaço gastronômico delicioso dentro da maravilhosa pousada que leva o mesmo nome.

Localizado na praia de Meaípe, uma das mais badaladas da cidade, o bistrô é famoso pelas massas e frutos do mar. Eu já tinha ouvido falar maravilhas do locas, mas essa foi a minha primeira vez por lá. Fomos recebidos pela Luciana, proprietária do local, que além de apresentar tudo para a gente, ainda contou um pouco da sua trajetória.

Depois veio a hora da comilança: foras servidos pasteizinhos, caldos e outros finger foods, além de cervejas e bebidas bem geladinhas, tudo ao som de uma dupla local que arrasou no som. Dançamos, rimos e curtimos uma noite deliciosa, que terminou em sorteios e alguns brindes que a comissão de turismo local preparou para todos os blogueiros participantes do encontro. Foi um encerramento perfeito para um sábado mágico!

Bistrô e Pousada Orquídea Café
Rua dos Flamboyants, 21 – Meaipe
Guarapari – ES
www.orquideacafe.com.br

Organização: Capixaba na Estrada, Universo Fox
Guia Oficial: Guia & Turismo
Apoio: Quality Suites Vila Velha, Chácara Feliz Pousada, Hotel Guara Pousada, Go inn Vitória, Ibis, Orquídea Café
Transportadora Oficial: Latam Airlines
Apoio Institucional: Guarapari Convention, Prefeitura de Anchieta, Governo do Estado do Espírito Santo, AHTG
Parceiro: Wis, RDV Confecções, Associaçã Iririvivo, Café Caramelo, Chocolateria Brasil, Espadarte Hotel, Cervejaria Barba Ruiva, Viagema, Alfa, Restaurante Week, CDC, Hotel Ilha do Boi, Cantina Mattiello
Agradecimento: Pousada Mar e Mata, Claids, Aprendiz de Viajantes, Escritório Arte Dayse Resende, Qual é Quadrinhos, Restaurante Atlântica, Pedra Azul Ecotur, Laticínio Lorena, Loja Beleza Capixaba, Bristol Hotels

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Degustação de Torta Capixaba no Restaurante Recanto da Pedra

Santuário de Anchieta

Passeio de Barco pelo Rio Benevente

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Uma Linda Vida

tenha um lindo dia
e, ainda que custe um pouco mais,
tenha uma linda vida!

Ser feliz sempre foi algo muito importante para mim, e ainda que a vida não seja um mar de rosas, acho necessário a gente estar bem com nós mesmos e com os nossos caminhos – não sempre, pois isso é impossível, mas na maior parte do tempo. Então quando eu vi esse mural em Tilcara, uma cidade mágica localizada no norte da Argentina, precisei fotografá-lo. Ele me recordou de algo que tenho buscado incansavelmente: ter uma linda vida!

Eu sei que parece piegas dizer isso, ou até meio óbvio, mas na prática o que realmente acontece é que grande parte das pessoas se encontram infelizes em suas vidas e acabam por deixarem os dias passarem, sem fazer nada para reverter esse estado de espírito que não faz bem, nem para eles, e nem para quem está dentro do seu circulo de convívio. É meio aquela história da maçã podre no saco de frutas.

Eu confesso que estava bem desencantada com a minha vida no ano passado, e inclusive, passei por alguns momentos bem sombrios. Não acordava mais sorrindo, não tinha ânimo para sair de casa, não via graça nas pequenas coisas. Em tempos como esses, é fácil acharmos vários culpados: nossa família, nosso patrão, nossos amigos… Quando, na verdade, a culpa da nossa infelicidade está em nós mesmos.

É preciso rever, de tempos em tempos, se o caminho que estamos trilhando está nos fazendo feliz. A análise precisa ser constante, porque na correria da rotina, é fácil desandar. A busca pela tão sonhada felicidade é uma conquista diária – e eu ando acordando todos os dias pensando que eu só quero que ele seja lindo. E é a junção de dias positivos que fará, da minha vida, uma linda história.

E você? Também está buscando construir a sua?

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#PocandoNoES: Passeio de Barco pelo Rio Benevente

Com 79 quilômetros de extensão, o Rio Benevente drena uma área que engloba mais de 1.200 quilômetros quadrados e envolve as cidades de Guarapari, Piúma, Iconha, Alfredo Chaves e Anchieta – sendo esta última o ponto de partida para o deliciosa passeio de barco que fizemos no final da tarde de sábado durante a edição deste ano do #PocandoNoES.

Fechamos 3 barcos para cruzar o rio e preciso puxar sardinha para o nosso lado e dizer que, além de ter as melhores músicas (clássicos dos anos 80 e 90), ainda tinha o capitão mais eficiente de todos, que ganhou disparado as corridas, tanto da ida, quanto a volta do passeio.

Entre os percursos pelo Rio e o belíssimo mangue que se encontra nas suas margens, paramos em um pedacinho de terra onde foi possível fazer uma trilha até as ruínas do que acreditam ser uma antiga usina clandestina de açúcar. O lugar é maravilhoso, mas se decidirem visitar, não se esqueçam dos repelentes – os borrachudos dessa região são ferozes.

Foi um final de tarde delicioso e perfeito para fechar um dia de muitos passeios e comilanças. Tudo que a gente queria era bater papo e fotografar o pôr do sol, que estava dando um show a parte nessa paisagem já tão bonita por si só!

Organização: Capixaba na Estrada, Universo Fox
Guia Oficial: Guia & Turismo
Apoio: Quality Suites Vila Velha, Chácara Feliz Pousada, Hotel Guara Pousada, Go inn Vitória, Ibis, Orquídea Café
Transportadora Oficial: Latam Airlines
Apoio Institucional: Guarapari Convention, Prefeitura de Anchieta, Governo do Estado do Espírito Santo, AHTG
Parceiro: Wis, RDV Confecções, Associaçã Iririvivo, Café Caramelo, Chocolateria Brasil, Espadarte Hotel, Cervejaria Barba Ruiva, Viagema, Alfa, Restaurante Week, CDC, Hotel Ilha do Boi, Cantina Mattiello
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Mal-Entendido em Moscou: Meu Primeiro Simone de Beauvoir

Você pode nunca ter lido um livro da escritora francesa Simone de Beauvoir, mas se tem um mínimo de interesse por literatura, sabe que ela é um dos principais nomes do feminismo neste mundo das escritas. E foi devido ao fato de eu me inspirar em sua história, que acabei comprando sem muita pesquisa o livro que seria o último de sua carreira: Mal-Entendido em Moscou.

Nascida em Paris no início do século XX, Simone é retratada como escritora, intelectual, filosofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa. Filha de um casal da aristocracia, pertencia ao crème de la crème de Paris: foi educada em um colégio particular católico, cursou matemática no Instituto Católico de Paris, literatura e línguas no Sainte-Marie de Neuilly, e filosofia na Sorbonne: um dos grandes centros da intelectualidade européia.

Foi durante seus anos estudando filosofia que conheceu alguns nomes importantes da época dentro deste campo, como Maurice Merleau-Ponty, René Maheu e Jean-Paul Sartre – com quem viveu um relacionamento aberto até o fim de sua vida. Aliás, este foi um dos muitos estigmas quebrados por Simone, que caminhou contra tudo o que se esperava de uma “moça de boa família”, não aceitando a condição das tradições da época para meninas de sua classe social, onde a vida era composta de casamentos arranjados e formação de esposas exemplares.

E acredito eu que foi exatamente a liberdade de viver seu relacionamento da forma como achava melhor, e tendo poder de pensamento e discussão dentro da vida a dois, o que inspirou Simone a escrever Mal-Entendido em Moscou: uma obra que retrata a profundidade das questões que surgem entre um casal, uma vez que homem e mulher agem e reagem à situações cotidianas de maneira completamente distintas.

Na narrativa acompanhamos André e Nicole: um casal de professores universitários já aposentados que viajam até a antiga União Soviética para visitar Macha, filha do primeiro casamento de André. É a segunda vez do casal em Moscou e eles são ciceronizados na cidade pela jovem, que desperta em ambos pensamentos profundos sobre diversos temas que envolvem suas vidas, como o envelhecimento, o relacionamento e as expectativas políticas para a época.

Baseado em uma viagem que a própria Simone fez com Jean-Paul à União Soviética, o livro, que foi publicado em 92, seis anos após a morte da autora, explora não só a dualidade da vida a dois, como também o fato de que a forma de pensar de cada um dos indivíduos dentro desse relacionamento, assim como o fator que os guia (razão/emoção), pode influenciar de maneira profunda os caminhos que um casal irá tomar.

Um livro pequeno, mas com conteúdo tão rico. Aliás, esse foi meu livro de cabeceira durante todo o meu mochilão pelo Paraguai e o norte da Argentina, e posso dizer que me iniciei em Simone de Beauvoir com o pé direito. Não teria tido companhia melhor para esses 30 dias. Agora dois dos seus principais livros estão na fila para serem lidos, pois ambos estão dentro da lista do Rory Gilmore Bucket List: “Memórias de Uma Moça Bem Comportada” e “O Segundo Sexo”. Alguém por aí já leu algum deles?

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Galeria Nacional da Noruega e O Grito de Munch

Noruega, para nós viajantes, é sinônimo de várias coisas: frio, esqui, olimpíadas de inverno, qualidade de vida, aurora boreal, transporte público eficiente, segurança, dentre tantas outras coisas que o país tem a oferecer. Porém, para mim, Noruega sempre lembra arte, afinal, Oslo não só foi retratada em uma das mais importantes séries de pinturas do mundo, como também é o lar de três dos quatro quadros que compõem uma das obras de arte mais caras da atualidade: O Grito.

A primeira das quatro telas e, provavelmente, a mais visitada delas, está localizada no Museu Nacional de Arte, Arquitetura e Design, em Oslo – conhecido popularmente como Galeria Nacional. É, certamente, o mais importante museu do país e abriga, além da obra prima de Edvard Munch, tantos outros tesouros dos mundo das artes. Lá foi a minha primeira parada assim que coloquei os pés na Escandinávia e, exatamente por isso, escolhi falar sobre o museu durante a edição deste ano da #MuseumWeek: uma semana dedicada às artes, onde os blogueiros da RBBV se juntam para escrever sobre museus dos quatro cantos do mundo.

Fundado em 1837, o Museu Nacional abriga hoje a maior coleção pública da Noruega, resultado de uma fusão que ocorreu em 2003, onde foram reunidos os acervos do Museu Nacional de Arquitetura, do Museu Nacional de Artes Decorativas e Design (encerrado em 2016), do Museum Nacional de Arte Contemporânea, da Galeria Nacional da Noruega, e das Exposições de Itinerância Nacional. Cada “parte” do museu funciona em um prédio específico, então, já que eu teria pouco tempo livre em Oslo, foquei na Galeria Nacional, onde está O Grito e outras obras que eu tinha mais interesse em conhecer.

{Winter Night In The Mountains – Harald Sohlberg}

Com um acervo que mistura arte clássica e moderna, a Galeria tem como foco pinturas e esculturas do século XIX, além de um extenso números de peças assinadas por artistas noruegueses. Inclusive, meu favorito de toda a coleção, foi a maravilhosa tela “Winter Night In The Mountains“, do Harald Sohlberg: um pintor Neo-Romântico nascido em Oslo e famoso por retratar paisagens típicas do seu país.

Mas, mesmo amando esse artista que, até então, era desconhecido por mim, não posso deixar de confessar que a obra prima de Munch foi quem me levou até o museu – e, realmente, é emocionante ver de perto e com os próprios olhos uma tela que você estudou e admirou por tantos anos. Inspirada na vida do próprio artista, O Grito exprime um conflito intenso que ele vivia dentro de si, após ter passado por tantas experiências perturbadoras, como a criação extremamente controladora e o fato dele ter testemunhado a morte da mãe e de uma das irmãs quando ainda era uma criança.

A figura andrógena, retratada na doca do Oslofjord, está claramente vivendo um momento de desespero existencial e seu grito é a porta de saída para tudo aquilo que ela internalizou ao longo dos anos. A perturbação da alma deste ser é tão intensa, que até mesmo seus arredores são afetados – o que é mostrado pelas linhas curvas que compõem toda a pintura, como uma espécie de vibração causada pelo grito daquela figura. A obra foi considerada macabra para a época e, quando exposta pela primeira vez, em 1903, um dos críticos chegou a aconselhar mulheres grávidas a evitarem se “expor” a tela.

{O Grito – Edvard Munch}

No entanto, a reação do público foi completamente contrária ao esperado, e o quadro logo virou a sensação da época. Seu nome original era “O Desespero“, mas foi renomeado após a mídia apelidá-lo de “O Grito”. As quatro versões existentes ocorreram pois Munch pintou mais três telas para substituir as cópias que vendia. A da Galeria Nacional é a original, de 1893. A segunda era exibida pelo Museu Munch até 2004, quando foi roubada. Em 2006 foi recuperada pela polícia Norueguesa, porém com danos irreparáveis. O mesmo museu é dono da terceira versão da pintura. E, a quarta foi a responsável por dar à tela o título de mais cara do mundo, após ter sido arrematada por um comprador particular durante um leilão da Sotheby’s por 119,9 milhões de dólares.

Mas não somente da sua estrela principal vive a Galeria Nacional, e o acervo do museu conta ainda com diversas obras icônicas que transformam a visita, já tão maravilhosa, em ainda mais especial. Eu fui focada no O Grito e não conhecia muito da história do museu, então foi uma belíssima surpresa encontrar por lá tantas outras obras que eu já tinha uma familiaridade, como Etretat No Chuva, do Monet; Natureza Morta, do Cézanne; e, óbvio, algumas outras telas do Munch – especialmente As Quatro Garotas em Uma Ponte, que é lindíssima!

{Modigliani e Picasso}

Galeria Nacional
Universitetsgata 13
Oslo – Noruega
Funcionamento:
– Segundas: fechado
– Terças, Quartas e Sextas: 10-18hs
– Quintas: 10-19hs
– Sábados e Domingos: 11-17hs
www.nasjonalmuseet.no

 #MuseumWeek
conheça outros blogs e leia sobre diversos museus
participantes da nossa blogagem coletiva
:

Trilhas e Cantos: Museu Casa dos Contos (Ouro Preto, Brasil)
Tá indo pra onde?: Museus e Experiências Além do Básico em Barcelona (Barcelona, Espanha)
Mariana Viaja: National Gallery of Art (Washington, EUA)
Turistando.in: Visitando o Museu de História da Arte de Viena (Viena, Áustria)
Vamos Por Aí: Meus Museus Favoritos
Viajar Correndo: Museu Light da Energia (Rio de Janeiro, Brasil)
Guia do Nômade Digital: Galeria 11/07/95: Galeria Sobre o Genocídio (Sarajevo, Bósnia e Herzegovina)
Uma Viagem Diferente: 4 Museus Imperdíveis em Florença (Florença, Itália)
Quase Nômade: Museu Iberê Camargo (Porto Alegre, Brasil)
Gastando Sola Mundo Afora: Museu de Arte Precolombino de Cuzco (Cuzco, Peru)
Passeios na Toscana: Florença do Alto: As Torres Abertas a Visitação (Florença, Itália)
Cantinho da Ná: Museu do Futebol em São Paulo: Paixão, História e Entretenimento (São Paulo, Brasil)
Destino Compartilhado: Museu Lasar Segall (São Paulo, Brasil)
Entre Polos: Museu Nacional do Hermitage (São Petesburgo, Rússia)
Do RS Para o Mundo: Centro Português de Fotografia (Porto, Portugal)
Mulher Casada Viaja: Exploratorium (São Francisco, EUA)
TurMundial: Museu do Picasso em Málaga, Barcelona e Antibes (Espanha)
Farrabadares: Memorial São Nikolai (Hamburgo, Alemanha)
Itinerário de Viagem: MET Museum (Nova York, EUA)
Viajar Hei: Museu Imperial (Petrópolis, Brasil)
Sol de Barcelona: Museu Olímpico e do Esporte (Barcelona, Espanha)
Família Viagem: Children’s Museum os Houston (Houston, EUA)
Viaje na Web: American Museum of Natural History (Nova York, EUA)
Aquele Lugar: Museus do Vaticano (Roma, Itália)
Viagem LadoB: Ilha dos Museus (Berlim, Alemanha)
Viajento: Museu Santuários Andinos (Arequipa, Peru)
Mel a Mil Pelo Mundo: Museu de Ciências Naturais (Madrid, Espanha)
Caixa de Viagens: Museu Charlie Chaplin: o Chaplin’s World (Vevey, Suíça)
Let’s Fly Away: Museu Botero (Bogotá, Colômbia)
Viajo com Filhos: Nemo Science Museum (Amsterdam, Holanda)
Sonhando em Viajar: Catetinho (Brasília, Brasil)
Viajoteca: Batik na Indonésia: Museu Têxtil (Jakarta, Indonésia)
Mochileza: Museu do Automóvel (Turim, Itália)
Comendo Chucrute e Salsicha: Museu de Arte Latino Americana (Buenos Aires, Argentina)
1001 Dicas de Viagem: Museu Histórico de Berna (Berna, Suíça)
Estrangeira: 8 Museus Imperdíveis em Barcelona (Barcelona, Espanha)
Devaneios da Biela: Museu Nacional da Finlândia (Helsinque, Finlândia)
ILoveTrip: Top 7 Museus em Brasília Que Você Precisa Conhecer (Brasília, Brasil)
Me Deixa Ser Turista: Conheça o Museu da Revolução em Havana (Havana, Cuba)
A Fragata Surprise: Museus de Florença – Guia de Sobrevivência (Florença, Itália)
Direto de Paris: Os Museus de Troyes (Troyes, França)
A Vida é Como Um Livro: Galeria Nacional da Noruega e O Grito de Munch (Oslo, Noruega)
Dedo no Mapa: Museu Paranaense (Curitiba, Brasil)
Ligado em Viagem: Beco do Batman é Museu de Grafite e Arte de Rua em São Paulo (São Paulo, Brasil)
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